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Património Edificado

Castelo de Penamacor - Torre de Menagem
(Séc. XII a séc. XVI)
Logo após a Reconquista Cristã, Penamacor foi vila régia. Em 1209 D. Sancho I outorga-lhe Carta de Foral. Nos séculos seguintes, o Castelo é reforçado e ampliado face ao aumento da população e à permanente ameaça dos reinos vizinhos. Durante o século XVII, no decurso da Guerra da Restauração, a velha fortaleza medieval é parcialmente demolida e surge uma estrutura abaluartada que envolve toda a vila.
O Castelo, implantado em promontório rochoso, aproveitando as condições naturais que permitiam alcançar largas vistas, integrava a linha de defesa da fronteira. Hoje, a Torre de Menagem é tudo o que resta da alcáçova de uma das mais importantes fortalezas da Beira.
Não se pode, com rigor, situar o ano ou reinado da sua construção. Sabe-se que no início do séc. XVI sofreu obras, provavelmente de reforço ou de restauro. Um testemunho do séc. XVIII ainda a descreve coroada com balcão de matacães assente em cachorrada. A entrada processava-se por uma das dependências assobradadas da alcáçova, através de porta única, situada a cerca de seis metros da base e à qual se acede hoje por escada exterior. O Castelo de Penamacor foi classificado Monumento Nacional em 1973.

Antiga Casa da Câmara
(Século XVI)
A antiga Casa da Câmara  de Penamacor é um exemplo perfeito de localização da casa da câmara sobre as portas da vila. Encontra-se no alinhamento da muralha  e assenta sobre  a primitiva porta da vila, a cujo portal românico se justapôs o portal gótico, originando uma entrada em túnel. Por simples observação depreende-se que o edifício actual resulta de várias intervenções ao longo dos últimos séculos. No interior encontram-se dois compartimentos: o mais pequeno servia para o escrivão da Câmara, no mais amplo realizavam-se as sessões. Aqui reuniram e deliberaram os vereadores do concelho até aos anos 1800, altura em que a Câmara transitou para a actual localização, junto ao Terreiro de Santo António. Despojado das suas antigas funções, o edifício viria a servir de paiol da guarnição militar, e, já em 1949, foi sede do núcleo embrionário do Museu Municipal. Entre 2005 e 2010 acolheu o Posto de Turismo.

Torre do Relógio
(Século XIV ou XVI)
Adossada à muralha medieval, esta torre foi peça importante na defesa das portas da vila. A sua construção remonta, provavelmente, a meados do séc. XIV. As actuais ameias e campanário resultam da reconstrução operada em meados do séc. XX,  para receber o novo relógio carrilhão instalado em 1956, em substituição do antigo, que já vinha do séc. XIX. As numerosas inscrições que se observam no aparelho de cantaria são marcas de canteiro.


Pelourinho
(Séc. XVI)
O pelourinhos são antigos símbolos de autonomia administrativa e judicial.  Junto deles se proclamavam os editais e, por vezes, se executavam sentenças. O pelourinho de Penamacor é considerado peça única no Distrito de Castelo Branco, por manter ainda as argolas nos seus ganchos de ferro forjado.  Seguindo a regra, situa-se junto à Câmara, donde emanavam as decisões das autoridades públicas.  O terreiro contíguo serviu, primeiramente, de praça pública e mercado e, mais tarde, quando aquelas funções se deslocaram para o arrabalde, como cemitério, situação que se verificava ainda no início do séc. XIX. A data inscrita no brasão de armas da vila, na face sul do capitel, é de 1565.

Igreja da Misericórdia
(Século XVI)
As Misericórdias foram instituídas em Portugal com o alto patrocínio da rainha D. Leonor, a partir de 1498, com a finalidade de assistir aos pobres e enfermos. A Misericórdia de Penamacor data, certamente, do reinado D. Manuel I (1495-1521), em cuja época a vila regista um assinalável surto de crescimento urbano, atestado pelos numerosos apontamentos arquitectónicos disseminados pelo arrabalde, de feições caracteristicamente manuelinas, cujo o melhor exemplo é o bonito portal da própria igreja, com as suas arquivoltas ornadas de motivos vegetalistas, típicos do gótico final português. No interior sobressai o altar-mor, em talha de estilo nacional, bem como as magníficas imagens de Nossa Senhora das Dores e do Senhor dos Passos, que ocupam os altares laterais. À porta da Misericórdia funcionou, até ao primeiro quartel do séc. XX, a roda dos expostos, artifício pelo qual se recebiam os recém-nascidos enjeitados. Por tradição, que ainda se mantém, cabe ao sino da Misericórdia anunciar o falecimento dos naturais da vila.

Igreja de São Tiago (Matriz)
(Século XVI)
Não se conhece, em rigor, a data de construção da Igreja de São Tiago, embora alguns apontamentos arquitectónicos, próximos da renascença, e a sua localização no arrabalde (por conseguinte, num momento em que a vila já havia transbordado há muito para fora das muralhas medievais),  apontem para o séc. XVI, ou mesmo para tempos mais recuados. A fachada foi alvo de algumas transformações ao longo dos tempos. Em meados do séc. XX apresentava uma varanda  assente no friso sobre o portado principal, onde no séc. XIX havia existido um óculo e no presente se observa o nicho com a figura de São Tiago, sob o óculo entretanto reposto. O interior é composto de três naves, separadas por amplos arcos sustentados por elegantes pilares de granito, e capela-mor, cuja abóbada apresenta uma pintura representando a Trindade. O transepto apenas é sugerido pelos dois altares laterais que se opõem entre si, no conjunto dos quatro existentes no corpo da igreja. A notória inclinação do campanário é razão de alguém, por gracejo,  já lhe ter chamado a “Torre de Pisa” de Penamacor.

Convento de Santo António de Penamacor
(Séc. XVI)
Fundado em 1571 pelos Frades Capuchos de São Francisco, a rogo dos “principais” da vila de Penamacor, oficiais da Câmara e do próprio Bispo da Diocese da Guarda junto do Ministro Provincial da Ordem, o Convento de Santo António foi construído com a ajuda das rendas do concelho, doações de fidalgos, abastados da terra  e com a mão-de-obra voluntariosa de toda a população.  A partir de 1834, com a extinção das Ordens Religiosas e nacionalização dos seus bens, o edifício conhece vários usos. Entre períodos de abandono e degradação é sucessivamente Hospital (1867–1905), Centro de Saúde (1975-1990) e Centro de Dia assistencial para idosos. Em 1946, o Ministério de Assuntos Sociais entrega à Misericórdia o hospital e todos os seus bens, incluindo o Convento. A estrutura arquitectónica do conjunto prima pela sobriedade, destacando-se a fachada da igreja, onde se evidenciam elementos clássicos, e o claustro, de dois andares, de proporções igualmente clássicas. O interior da igreja  surpreende pelo brilho da talha que reveste o altar-mor e o púlpito, de cunho barroco, os dois altares laterais, ambos de feição clássica, e o tecto de caixotões decorados com motivos picturais tipicamente barrocos.  Curiosas pinturas orientalistas podem ser ainda vislumbradas no cadeiral do coro, talvez relacionadas com o papel evangelizador dos franciscanos no Extremo Oriente. Na sacristia sobressaem os quadros de episódios da vida do grande taumaturgo e patrono do Convento, Santo António. Da imagística de outrora restam as figuras dos patronos São Francisco e Santo António e uma da Nossa Senhora da Conceição.

Além dos monumentos emblemáticos, que integram habitualmente os roteiros e cartas turísticas, existe uma grande variedade de motivos de interesse patrimonial para os quais urge chamar a atenção e despertar consciências com vista à sua preservação por parte de cada um.

Alameda dos Balcões Vale da
Senhora da Póvoa

 

 

 

 

Fonte de mergulho de abastecimento público em
Benquerença, antes da água canalizada

 

 

 

 

Sepultura antropomórfica em
Aldeia de João Pires

 

 

 

 

Forno de cozer pão, em contexto
rural, Veigas, Baságueda

 

 

 

 

Casa de campo, com furda e pocilga
de porcos, Salvador

 

 

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