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Ateliês Vila Madeiro arrancam a 5 de novembro

A população de Penamacor está convidada para participar nos ateliês Vila Madeiro. O objetivo é decorar as ruas e casas durante o evento, que decorre em dezembro

O Município de Penamacor convida toda a população a participar nos ateliês Vila Madeiro, que decorrem entre os dias 5 e 28 de novembro. Estes ateliês têm como objetivo a decoração das ruas e casas da vila para o evento que decorre durante no mês de dezembro. Este ano, as atividades envolvem três formadores e são várias as entidades que se vão juntar à iniciativa como o Centro de Dia e Infantário de Nª Srª das Dores da Santa Casa da Misericórdia de Penamacor, a Unidade de Cuidados Continuados do Lar Dona Bárbara Tavares da Silva, o Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, a Academia Sénior de Penamacor, o Agrupamento de Escoteiros e o Instituto Pina Ferraz, entre outros. Os ateliês vão ter lugar na Casa do Povo, todas as segundas e quartas feiras, das 20:00 às 22:30. Para participar, basta aparecer no local nas datas e horas marcadas. Os formadores deslocar-se-ão, igualmente, às entidades participantes para a realização das atividades. Os materiais vão ser resgatados à natureza e os wokshops terão como tema a quadra natalícia.

 

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O Madeiro
Recorde-se o Penamacor Vila Madeiro ganhou fama de ser o maior do país. Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, à exceção de Penamacor, que arde de 23 para 24, e mantém-se aceso durante vários dias. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro.
Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o ato assume foros de festividade. De facto, no dia 8 de dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tratores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano, dantes só os rapazes e agora também as raparigas, empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.

 

 

 

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